Publicado em 17.04.2019 - Notícias - Sem comentários

XIII Fórum FAAP de Discussão Estudantil

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O Colégio Guilherme Dumont Villares vai participar do Fórum FAAP de Discussão Estudantil. O evento terá sua 13ª edição, reunindo estudantes de várias escolas de todo o Brasil, por três dias, em São Paulo.  Os alunos são desafiados a defender suas propostas e soluções, representando países, sobre diversos problemas relacionados à Agenda Internacional, simulados numa Assembléia Geral da ONU. A delegação do GDV terá dois professores e oito alunos participantes, que manifestaram suas opiniões e sentimentos a respeito do evento, em entrevistas ao site.

Fórum FAAP

Carla Paulino, professora de História.

“Para o colégio, participar do Fórum Faap, é se inserir já num grupo de escolas muito importantes que vêm participando há décadas desse fórum, especialmente de São Paulo e Brasil todo. Jovens que vêm participar de discussões relacionadas a problemas mundiais. Inserir o GDV dentro desse evento, com alunos dispostos a pensar o mundo e buscar soluções atuais, podendo até ter uma chance de premiação, eventualmente, individual ou por delegação, acho que contribui muito. Mas o mais importante é o crescimento pessoal desses alunos e o envolvimento deles em questões que vão muito mais além daquilo que eles vivem no dia a dia. Muitas vezes é um dia a dia protegido do problemas mundiais. No fórum FAAP, eles vão enxergar o mundo, nu e cru, digamos assim, e buscar alguma solução para melhorar esse mundo. Essa é a grande contribuição. O importante para o colégio é participar, viver essa experiência e compartilhar aqui no GDV. A premiação, se vier, maravilha. É simbólica, um martelinho de arbitragem, o símbolo do evento. A grande divulgação do fórum nas redes sociais ajuda o colégio a aparecer ainda mais”.

Cláudio Roberto Duarte, professor de Geografia.

“Esse projeto agrega muito para os alunos porque faz os alunos estudarem temas que, geralmente, eles não costumam estudar. Temas novos, incomuns numa escola, a questão do urânio, do paraíso fiscal. Não é que não dê para estudar, esses temas são muito mais derivados e aprofundados. Isso leva a uma maturidade intelectual em todos os sentidos, de pesquisa, retórica, a questão de ouvir o outro para poder contra-argumentar, além da postura de um diplomata. Esse trabalho agrega muito para o conhecimento. Esse é o objetivo fundamental da nossa inscrição e trazer esse projeto para a escola. Estão nervosos, isso não vamos esconder, há uma certa apreensão e impaciência. Isso só se resolve com estudo. Eles já fizeram fóruns internos, só entre nós e alunos da classe ou da escola. Eles estão num nível médio de preparação. Lá eles vão aprender bastante e no ano que vem, vão voltar mais fortes. Quatro que estamos levando do 2º ano, estarão no 3º ano e vai formando uma equipe e eles vão transmitindo para os outros, ganhando experiências. Há escolas com 30 alunos, há sete ou oito anos no fórum. Nós, professores, também estamos aprendendo como se faz. Então, é um trabalho conjunto mesmo”.

Emily Bomin, chefe da delegação da Indonésia, representando o 2º ano do Ensino Médio.

“Meu comitê é o Banco Mundial e vamos debater sobre os paraísos fiscais como empecilhos para o desenvolvimento dos países. É a primeira vez que estou participando. É muito legal estar fazendo parte disso. É uma coisa diferente e sempre gostei muito de estar engajada nas coisas do colégio e é muito bom ver o nosso trabalho e os nossos projetos se tornando realidade”.

Ana Luísa Homemco, chefe da delegação do Haiti.

“Vamos discutir sobre a reconstrução da Europa pós a Primeira Guerra Mundial no comitê de paz de Paris. Estou ansiosa, nervosa, mas eu acho que é uma coisa muito legal. Nós já fizemos uma simulação dessas aqui na escola mesmo. Agora, será uma coisa maior, mais séria e com outros colégios envolvidos. Adoro saber de outras coisas novas e atuais e isso vai me trazer muitas coisas que eu não sabia e mais conhecimento. Será uma experiência muito diferente, difícil até de repetir”.

Valentina Scherer, representante do Haiti no comitê da OEA sobre o narcotráfico e sua influência no governo.

“Estou bem animada e ao mesmo tempo com medo porque é muita pressão, mas eu acho que será bem legal”.

Letícia Furtado, representante do Haiti sobre o tráfico de pessoas na Europa.

“Estou muito animada. Quero ver como vai ser, como será tudo, é um assunto muito importante e quero discutir sobre isso. É difícil falar em ganhar ou perder, mas vai ser um discurso bom e interessante”.

Jade Ortiz, representante da Indonésia no Banco Mundial.

“Estou bem animada e ansiosa. É uma experiência muito nova para mim. As meninas participaram de simulações aqui, mas eu não estava presente. É uma coisa que vai agregar muito na minha vida”.

Thiago dos Santos Amaral Camargo, representante da Indonésia sobre educação.

“Participar do fórum é muito legal. Já tivemos uma experiência parecida no 9º ano, que falava sobre os países e uma simulação da Assembléia da ONU. Acho muito legal participar, vai ajudar muito nos meus critérios argumentativos, no futuro, com o poder de decisão, entre outras coisas”.

Rodrigo Robacow, representante do comitê AIEA, sobre urânio enriquecido no mundo.

“Este tema é bem legal e eu pesquiso bastante sobre isso. O fórum vai ajudar muito no meu currículo e também vai me amadurecer em argumentação, desinibição e pesquisa”.